Quando o joelho já não dá mais conta

Fui à uma festa em março, convidada pela Angie — baddie, DJ, patinadora, carismática, gatona (entre outros adjetivos mais, porque admiro muito mulheres FODAS) e levei minha Olympus AZ 300 Zoom pra fazer algumas fotinhas.

Ainda estou me habituando a essa point and shoot automática, experimentando aqui e acolá, mas ainda há mais a desbravar com a função de dupla exposição, que atualmente é a minha maior obsessão.

As fotos coloridas foram feitas com o Kodak Gold 200, não a melhor opção de todas, mas ainda assim os efeitos borrados e luz estourada deixaram um ar interessante… espontâneo, desproposital.

Essa festa foi um ótimo laboratório. Divertido, clima maravilhoso só com mulheres talentosas tocando, dançando, se amando de verdade. Sem amarras, sem preconceitos, sem medo. É bom lembrar que estar com essas pessoas me fez um bem muito grande. A busca pelas conexões verdadeiras está sempre presente e as fotos são um registro vivo disso.

Além do Kodak Gold usei também o Kentmere 400.

Sobreposições, luzes estouradas, movimento, decorações maximalistas… E continuamos a brincar.

Obrigada, Angie e Coletivo Pinxy Minx pelas dores no joelho que perduraram por mais de uma semana depois da festa. A conta chega!

Catarina F. Saraiva

© Intentional Grain, 2025

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